domingo, 9 de agosto de 2009

Toque de Recolher em Maringá

" A noticia abaixo já me deixa triste sempre que a leio, mas esta me deixou arrasado, pois me orgulho de ser filho de Maringá, ainda me lembro de brincar no parque do Inga, minha Infância na Cidade Alta e depois na Av Anchieta, da calma que foi a primeira parte de minha Infância, Hoje aos 33 anos, Pai, morador da Zona Leste deste o dia que deixei a cidade canção, e Conselheiro Tutelar de Guaianases 2005 a 2011, após 19 Anos de Estatuto da Criança e do Adolescente, temos que ver Juízes e agora vereadores defendendo uma medida paliativa, que fere a Constituição Brasileira, que usurpa o poder familiar, e devolve a memoria de muitos a falecida ditadura, e ainda mais grave esconde a ausência do estado nas politicas publicas para a criança e o adolescente, para a opinião publica é maravilhoso pois tira o adolescente da rua com força policial, chega a ser Senso Comum na nossa sociedade, mas prova a falência da segurança publica frente ao crime organizado, prova também que o poder publico municipal não fiscaliza a venda de bebida alcoólica para crianças e adolescentes, hoje é comum ver criança e adolescente tomando vinho vendido em garrafa plástica a três reais, há não podia deixar de falar que não temos força suficiente para banir os exploradores sexuais de criança e adolescente e muito menos a pratica da exploração da mão de obra infantil, sem deixar de esquecer a criança e adolescente em situação de Rua, mas não deixarei de dizer que o TOQUE DE RECOLHER nada mais é que a volta da ditadura, hoje é o adolescente, amanha será os Idosos, depois as mulheres viúvas, e assim por diante.

Marcelo





Vereadora quer ‘toque de recolher’ para menores em Maringá

Um projeto de lei, que começou a tramitar ontem na Câmara Municipal, deverá gerar polêmica

Um projeto de lei, que começou a tramitar ontem na Câmara Municipal, deverá gerar polêmica em Maringá. A vereadora Marly Martin (DEM) quer instituir o “toque de recolher” para menores de 16 anos de idade após as 23 horas. Ela quer seguir o exemplo de várias cidades do Estado de São Paulo, que implantaram a lei. Em Londrina, o projeto recebeu parecer contrário na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, mas foi derrubado pela maioria dos vereadores. Agora, a proposta segue para avaliação de outras comissões.


Enquanto protocola o projeto, a vereadora diz que estuda a legalidade da matéria e os seus efeitos. Por isso, enviou recentemente um requerimento ao juiz da Vara da Infância e Juventude, Renê Pereira da Costa, para verificar a possibilidade de se instituir a proibição de menores que não estejam acompanhados pelos pais em lanchonetes, restaurantes, pizzarias, ciber-cafés, lan-houses, entre outros estabelecimentos do gênero.

A intenção, segundo a vereadora, é reduzir a criminalidade na cidade. “Acontecem muitas brigas em bares, onde os adolescentes ficam expostos. Há também os crimes envolvendo menores”, argumenta, enfatizando que bebida alcoólica não deveria ser vendida para este público, no entanto, na prática isso não é respeitado. “E a bebida é a porta de entrada para outras drogas.”

Questões como fiscalização, aplicação de multas, de quem será a responsabilidade, entre outros pontos, segundo a vereadora, ainda serão objeto de estudo.

A proposta deverá enfrentar resistência das empresas do setor, a exemplo do que ocorreu com outro projeto polêmico da vereadora, que pretendia implantar a “lei seca” na cidade após as 23 horas. Aliás, este tema Marly já adianta que pretende voltar a discuti-lo ainda este ano na Câmara.

Fonte: http://www.hnews.com.br

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