FORUM REGIONAL DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE- SÉ
www.forumregionaldcase.blogspot.com
O Fórum Regional do Direito da Criança e do Adolescente – Sé convida todos e todas para comporem as lutas em defesa da infância e juventude, organizando-se através das instâncias e espaços de luta conquistados historicamente.
Acreditamos que somente com a organização dos/as trabalhadores/as das mais variadas ocupações sociais e profissionais (setores da saúde, habitação, assistência social, educação, movimentos sociais, grupos culturais, trabalhadores de outras funções, empregados ou desempregados e etc.) é que possamos combater e superar as violações praticadas contra as crianças e os adolescentes.
Nessa perspectiva, o Fórum Regional Sé articula-se para se atentar as demandas existentes na dimensão territorial que a compete (região Sé), mas sem desligar-se da articulação universal e da ampla luta em defesa dos direitos humanos, sendo um espaço de reflexão, discussão e atuação.
Acreditamos no fortalecimento deste espaço de luta popular para este ano de 2011, e contamos com todos/as!
Próxima reunião:
Data: 11/02
Horário: 9h
Local: Rua Major Diogo, 834 – Bela Vista/SP.
Proposta de pauta:
Estratégias de articulação e mobilização das entidades
Eleições do Conselho Tutelar
Participação e articulação no Fórum Municipal
Ex- Conselheiro Tutelar de São Paulo Ex-Conselheiro de Direitos (Sociedade Civil - CMDCA São Paulo) Ex - Membro da Diretoria Executiva da Associação de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Estado de São Paulo Ex ADE SIPIA São Paulo - 2007 Militante do Partido dos Trabalhadores, EX Coordenador da Politica de Fortalecimento de Conselhos - SDH/PR Consultor e Professor Especialista em Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Gestão de Políticas Públicas Integradas para Infância e Adolescência
http://www.metodista.br/lato/gestao-de-politicas-publicas-integradas-para-infancia-e-adolescencia
MAIS INFORMAÇÕES:
http://www.metodista.br/lato/gestao-de-politicas-publicas-integradas-para-infancia-e-adolescencia
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei 8069/90) regra a política de atendimento da área de infância e adolescência no Brasil, responsabilizando organizações governamentais e não-governamentais, sejam da União, Estado, Distrito Federal ou Municípios, que devem articular ações afim de suas implementações. A criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacionais dos Direitos da Criança e do Adolescente, órgãos deliberativos e controladores das ações nesta área, e o princípio de proteção integral, são inovações da lei, imprescindíveis na formulação de políticas públicas para crianças e adolescentes no país. Com a municipalização do atendimento, os Conselhos Municipais decidem de forma intelectual as melhores políticas a serem aplicadas na defesa de direitos da infância e adolescência, podendo, inclusive, assessorar o poder executivo na implementação de medidas.
É preciso que os agentes promotores destes direitos tenham acesso ao conhecimento científico, mas sem menosprezar o conhecimento empírico. Portanto, é preciso fundir o conhecimento empírico a um conhecimento científico que a partir da relação teoria/prática traga uma metodologia que garanta a efetivação do regramento e do cumprimento de necessidades. Trabalhar em Rede, capacitar os agentes para que possam atuar nas demandas gerais, sempre tendo por pressuposto que crianças e adolescentes são sujeitos de direito e pessoas em desenvolvimento. Para que os formuladores e executores de políticas públicas vejam na demanda o princípio constitucional do artigo 227 em que crianças e adolescentes são sujeitos, isto é, um ser único e com necessidades especiais e únicas. Desse modo, uma nova formação é necessária, que supere os extremos de uma teoria objetiva desvinculada da prática, às vezes distante da problemática concreta, às vezes mergulhada na prática subjetiva.
A falta de reflexão nesta área muitas vezes produz uma postura endurecedora e fatalista. Não temos no Estado de São Paulo um espaço acadêmico que possa criar tais possibilidades inclusive que atenda as especificidades do tema tratado. Um grande desafio deste curso é proporcionar o diálogo com agentes que atuam nessa Área, ou trabalham indiretamente com a questão da Criança e Adolescente, ou ainda que queiram investir numa área tão necessária em nosso país, com objetivo comum de tornar as crianças, adolescentes e suas famílias uma prioridade nas Políticas Públicas. Daí, a necessidade de projetá-las de modo integrado.
Objetivo GeralCapacitar e habilitar profissionais que atuem nas áreas de formulação e execução de políticas públicas para crianças e adolescentes, com perspectiva de garantia de direitos e gestão participativa.
Objetivos EspecíficosDesenvolver abordagens interdisciplinares sobre gestão em políticas públicas voltadas para a infância e adolescência.
Elaborar, implementar e avaliar práticas educativas, pedagógicas e culturais no tocante ao processo de formação à assistência de políticas públicas para a infância e adolescência em situação de vulnerabilidade.
Público-alvoProfissionais formados nas áreas de psicologia, serviço social, pedagogia, direito, ciências sociais, artes, entre outras áreas, que buscam formação para o trabalho com o desenho, desenvolvimento e implementação de políticas públicas para crianças e adolescentes. Secretários e técnicos de Assistência, Desenvolvimento social e afins; Conselheiros Municipais de Assistência e direitos; Gestores de programas e projetos de atenção voltados para infância e adolescência.
Pré- RequisitosPortadores de diploma de curso superior devidamente registrado nas diversas áreas do conhecimento.
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