Ex- Conselheiro Tutelar de São Paulo Ex-Conselheiro de Direitos (Sociedade Civil - CMDCA São Paulo) Ex - Membro da Diretoria Executiva da Associação de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares do Estado de São Paulo Ex ADE SIPIA São Paulo - 2007 Militante do Partido dos Trabalhadores, EX Coordenador da Politica de Fortalecimento de Conselhos - SDH/PR Consultor e Professor Especialista em Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amig@s querid@s!!
Estou repassando e ajudando a divulgar esse projeto aos meus conhecidos e amigos por acreditar na importância do incentivo a leitura por nós adultos . O banco Itaú está com um projeto muito bacana de incentivo a leitura. ( Ler faz Crescer ) Ao preencherem o cadastro eles enviam uma coleção de livros gratuitamente para casa de vocês . Acho, que ações como essa são super importantes e necessárias em nosso país... onde a maioria, infelizmente, se tornam analfabetos funcionais.
Aproveitem a oportunidade , peçam os livros... leiam !! E se não tiverem filhos, leiam para seus sobrinhos... ou doem os livros para algum amigo, que tenha filho ou para alguma instituição educacional ou escola. A leitura é essencial para uma melhor formação. Vamos ajudar nossos pequenos a cultivarem o hábito pela leitura !! Vamos apresentar esse mundo mágico, que se esconde a cada página... a cada livro !!
Leiam ... para nossas crianças !!!
Já solicitei o meu. é simples e rapido.
http://www.lerfazcrescer.com.br/#/home
Aproveitem a oportunidade , peçam os livros... leiam !! E se não tiverem filhos, leiam para seus sobrinhos... ou doem os livros para algum amigo, que tenha filho ou para alguma instituição educacional ou escola. A leitura é essencial para uma melhor formação. Vamos ajudar nossos pequenos a cultivarem o hábito pela leitura !! Vamos apresentar esse mundo mágico, que se esconde a cada página... a cada livro !!
Leiam ... para nossas crianças !!!
Já solicitei o meu. é simples e rapido.
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sábado, 16 de outubro de 2010
Documento Base de Orientação para o 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares
Documento Base de Orientação para o 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares
Apresentação:
O documento apresenta orientações gerais aos Estados e Distrito Federal sobre o 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares, que acontece entre os dias 16 a 20 de novembro
O documento tem caráter de orientação às associações e/ou fórum de representações dos conselheiros tutelares nos Estados e foi pensado para contribuir com a mobilização e articulação dos encontros preparatórios para o 5º Congresso Nacional.
A proposta é qualificar os debate e as deliberações a serem discutidas durante o 5º Congresso Nacional.
1 - Sobre o Eixo Temático do 5º Congresso Nacional
O 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares terá como tema “Conselho Tutelar aí Está do Tamanho do Brasil – Desafios no Atendimento, Desafios no entendimento”. A proposta é debater diretrizes e estratégias, além de políticas públicas, para fortalecer os conselhos tutelares brasileiros.
O Congresso será precedido de Congressos Estaduais, realizado sob a responsabilidade de Associações e/ou Fóruns de Conselheiros Tutelares integrantes do FNCT, que terão como objetivo discutir a temática sugerida e escolher os congressistas que representarão os 26 estados e Distrito Federal no Encontro Nacional.
Além de discutir as especificidades e desafios locais para atuação dos conselheiros tutelares, a recomendação é que nos encontros estaduais sejam trabalhados os eixos temáticos abaixo, considerados estratégicos na agenda de discussão dos conselheiros tutelares.
Dentre os eixos temáticos sugeridos, destacamos:
Eixo 01 - Aspectos legais e jurídicos do funcionamento dos Conselhos Tutelares
Sugestão de subtemas:
- A natureza jurídica dos Conselhos Tutelares
- Regulamentação da função dos conselheiros tutelares;
- Resolução 113 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente que trata do fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos;
- Práticas de atendimento e atribuições nos Conselhos Tutelares;
Eixo 02 – Política Pública e Articulação com Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
Subtemas sugeridos:
- Papel do Conselheiro tutelar na construção, implementação e fiscalização do Orçamento
- Estratégias e desafios de relacionamento com o sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente, na perspectiva dos Conselhos Tutelares.
- Política Nacional de Assistência Social e Garantia dos Direitos – o atendimento a crianças e adolescentes
- Política Nacional de Convivência Familiar e Comunitária e a nova lei da adoção (Lei 12.010)
- Lei 12015 referente aos crimes de natureza sexual;
- Artigo 95 do Estatuto da Criança e do adolescente que trata da fiscalização pelo Conselho Tutelar das entidades de atendimento;
- A importância do diagnóstico na implementação da política pública para criança e o adolescente – o SIPIA CT
Eixo 03 – Conselhos Tutelares e Sociedade
Subtemas sugeridos:
- A questão do atendimento a criança indígena;
- A diversidade sexual no contexto da proteção dos direitos da criança e do adolescente;
- Alienação parental
- Drogas, infância e juventude no contexto da política pública.
Da escolha dos delegados
Os congressistas titulares e suplentes, representantes dos Estados e Distrito Federal no 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares, serão escolhidos nos Congressos Estaduais de Conselheiros Tutelares.
A representação de congressistas será a mesma para todos os Estados, sendo 30 congressistas conselheiros e/ou ex-conselheiros tutelares; 04 congressistas convidados, além de 03 congressistas (um titular e dois suplentes) representantes do Estado no FCNCT.
Da logística e questões operacionais
- Os Estados e Distrito Federal podem enviar relatório informando sobre o que foi discutido nos Encontros Estaduais até o dia 30 de setembro.
- Todos os congressistas participantes do 5º Congresso Nacional de Conselheiros Tutelares necessitam contribuir com a taxa de adesão ao Fórum Colegiado Nacional de Conselheiros Tutelares no valor de R$ 50,00.
- O Congresso custeará as despesas com hospedagem e alimentação dos congressistas para os quatros dias de atividades no local do evento.
- A chegada dos congressistas deverá ser feita, impreterivelmente, no dia 16 de novembro, a partir das 14 horas. A saída, por sua vez, deverá ocorrer no dia 20 de novembro até às 14 horas.
- O transporte (em táxis e outros meios de locomoção em Brasília ) e custos adicionais dos congressistas durante o Congresso ficarão sob a responsabilidade de cada uma das delegações.
- O deslocamento dos congressistas para atividade de Comemoração do dia 18 de Novembro (Dia Nacional do Conselheiro Tutelar) no Congresso Nacional, em Brasília, será de responsabilidade das delegações;
- O envio das inscrições dos congressistas escolhidos nos Encontros Estaduais, bem como o envio de taxa de adesão, deverá ser feito para a Coordenação Executiva do Fórum Colegiado Nacional de Conselheiros Tutelares, impreterivelmente, até o dia 30 de setembro.
- O Congresso disponibilizará o translado do Aeroporto e do Terminal Rodoviário de Brasília aos congressistas apenas no dia 16 de novembro (chegada) e no dia 20 de novembro (partida);
- O Congresso não custeará despesas com medicamentos de congressistas com doenças crônicas;
Produção de textos base para os três eixos:
Eixo 01 - Aspectos legais e jurídicos do funcionamento dos Conselhos Tutelares
Essencialmente a discussão é sobre a natureza jurídica dos Conselhos Tutelares (como instituição, serviço e atores na rede). Esse debate vai atrelado ao debate das práticas e atribuições de Conselheiros Tutelares e tendo como pano de fundo o reconhecimento dos conselheiros no conjunto do sistema de Garantia de Direitos (regulamentação da função passa por aí). Isso tenta amarrar as preocupações levantadas para esse eixo.
Eixo 02 – Política Pública e Articulação com Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
Como discutir a articulação das políticas públicas no debate sobre a proteção integral à criança e ao adolescente é o foco desse eixo. Para isso, o debate passa pelo modo como está pensada a atuação conselheiro em um espaço que ele tem dificuldade de entrar como é Orçamento. Aqui está o entendimento de que proteção tb se faz contribuindo com a garantia de recursos para financiar a política pública para infância e na participação protagônica dos CTs na construção da política municipal para infância. Pegando carona nisso, a política pública funcionando é para o CT algo necessário. Mas isso é algo que depende dele como conselheiro. Isso levanta as discussões históricas de que conselheiros não pode só atuar para apagar incêndios ou ser lembrado apenas para atuar em casos onde o problema já foi criado.
Pensando na política pública, para que ela funcione é necessário além do dinheiro, diagnóstico das demandas e condições técnicas para a rede de proteção social existir. A política nacional de assistência social entra no rol de preocupação primeira porque além da capilaridade que Sistema Único de Assistência Social tem tido, é a política
que tem concentrado ações (mas sobretudo estratégias de proteção social) interessantes e fundamentais para proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Conhecer o SUAS é entender a lógica que tem sido trabalhada para a proteção social: a territorialidade. É na política de assistência que estão os serviços de referência e contra-referência demandados por toda a rede de proteção da criança e do adolescente. Saber sobre como funcionam, mas também como o Conselho Pode atuar tanto para fortalecer como para integrar estratégias com essa política, aproveitando do potencial da própria política é um debate interessante.
Outro ponto é afinar na perspectiva dos conselheiros tutelares o que é ainda desafio e o que pode ser interessante para fortalecer o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente. Os desafios históricos de relacionamento institucional até a questões de procedimentos que retomam as discussões do eixo I podem ser problematizadas aqui na perspectiva da construção da configurada rede de proteção. Discutir as fragilidades e as fortalezas no diálogo com o Sistema de Garantia, elencar os principais entraves (aqui entraves políticos), tentar entender a origem dos problemas da rede em relação aos Conselhos Tutelares e vice-versa seria um caminho
Eixo 03 – Conselhos Tutelares e Sociedade
A questão central é como pensar as demandas novas ou antigas (mas agora percebidas como demandas dos CTS) no que se refere à uma criança e um adolescente com especificidades que acabam dispersas em uma concepção de criança e adolescente que o ECA tentou superar na construção de um paradigma que ainda não é hegemônico.São crianças e adolescentes com direitos sexuais, com identidades variadas ligadas a sua origem terrritorial/geográfica, sua comunidade étnica ou ainda crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em função de práticas e comportamentos peculiares, consequência de novas configurações e dinâmicas de uma sociedade contemporânea que sempre reatualiza em problemáticas;
Nesse contexto, como pensar a atuação do conselheiro em uma perspectiva política de pautar questões que nem sempre são consideradas, percebidas e identificadas como violação de direitos pela rede de proteção como um todo. Como dizer a uma rede adultocêntrica e por vezes que naturaliza a compreensão de infância que adolescentes indígenas precisam ser tratados na perspectiva da equidade e não pela ótica da igualdade meramente. Ou ainda como atuar na proteção de adolescentes meninas vulneráveis em um cultura machista a uma lógica de opressão construída historicamente e que, por muitas vezes, acabamos reforçando como atores do sistema de proteção.
A questão aqui é se perguntar como as novas configurações da sociedade e as problemáticas trazem demandas aos conselhos e como essas questões podem e precisam ser pensadas criticamente. Aqui quanto mais nossos olhares puderem ser amplos, mais serão as demandas sociais de ordens variadas que conseguiremos visualizar chegando aos Conselhos e interferindo na causa das violações de direitos que são atendidas. A idéia é levantar e trazer essas questões para o debate, pontuando os desafios, demandas e limitações que essas mesmas questões colocam ao trabalho dos CTs.
Esse resumo é uma forma de orientar com diretrizes os debates para cada um dos eixos definidos para o Congresso nacional.
Essa sistematização atende ao pedido das colegas que estão nos ajudando a montar a metodologia. É uma forma que elas terão para ajudar a organizar as discussões e torná-las produtivas no tempo que é colocado para a realização do Congresso.
ALGO IMPORTANTE
Seria necessário que os encontros estaduais gerassem documentos com propostas/recomendações e indicativos para cada um dos eixos. A questão do opcional aqui precisa ser reconsiderada se quisermos um debate produtivo no Congresso Nacional.
O envio nesse caso precisaria acontecer como forma de garantirmos a contribuição de todos os Estados nos debates que acontecerão nas oficinas.
Mas que material os Estados devem enviar? Só lembrando, então.O material enviado são idéias com estratégias, recomendações, propostas e até mesmo provocações de cada um dos eixos para serem aprofundadas nas oficinas que serão construídas também por eixo e que vão aproveitar o que será enviado. O material dos estados, portanto, subsidia o trabalho das oficinas para não perdermos tempo!
Por tanto, a idéia é que os Congressos Estaduais subsidiem politicamente o que serão as discussões nas oficinas que por sugestão da equipe de metodologia deveriam gerar como produto estratégias para viabilizar as ações do Fórum em nível nacional no que se refere:
· aos aspectos jurídicos de funcionamento do Conselho Tutelar;
· a articulação com os demais atores do Sistema de Garantia dos Direitos e com as políticas públicas;
· e da relação do Conselho Tutelar com a sociedade.
V-CONGRESSO NACIONAL DOS CONSELHOS TUTELARES
PROGRAMAÇÃO:
DIA 16 DE NOVEMBRO
14:00 Hrs ÀS 20:00 Hrs - CREDENCIAMENTO
18:00 Hrs ÀS 19:00 Hrs - ABERTURA OFICIAL
COMPOSIÇÃO DA MESA
FÓRUM NACIONAL
SEDH/SPDCA
CONANDA
FRENTE PARLAMENTAR
PETROBRÁS
CECRIA
CNJ
19:00 Hrs ÀS 20:00 Hrs - CONFERÊNCIA MAGNA
Conferencista: Carmem de Oliveira
Coordenação: Paulo Roberto (Paulão)(RS) - Vânia Nogueira(MS)
20:00 Hrs - LEITURA E APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO.
Secretario e Coordenador: Halassi Nunes(MT) - João Neto(PI)
Cronometrista: Elizabeth(MG).
21:00 Hrs - JANTAR
DIA 17 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs ÀS 10:30 Hrs - PAINEL: NATUREZA JURIDICA DOS CONSELHOS TUTELARES
Painelistas - George Luis(RN) - Olympio de Sá Sotto Maior(ABMP) - OAB.
Secretário e Coordenador: Eulógio Neto(CE) - Marly Demuner(ES)
10:30 Hrs ÀS 12:00 Hrs - DEBATES
12:00 Hrs ÀS 14:00 Hrs - ALMOÇO
14:00 Hrs ÀS 15:30 Hrs - PAINEL: A POLÍTICA DE GARANTIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: SNPDCA - Vicente Faleiros - Petrobrás - CONANDA
Debatedora Helennice Rocha(PA)
Secretário e Coordenador: Sidnéia Santos(SP) e Selma Aparecida(DF)
15:30 Hrs ÀS 16:30 Hrs - DEBATES
16:30 Hrs ÀS 17:00 Hrs - INTERVALO
17:00 Hrs ÀS 18:30 Hrs - PROCEDIMENTOS DO CONSELHO TUTELAR E SIPIA/CT WEB
Painelistas: Professor Edmilson - Sofitex - GT Nacional
Debatedora Jussara Gouveia(PR)
Secretário e Coordenador: Dolores Pelisão(SC) - Wellington Sousa(BA)
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 18 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs PAINEL: MOBILIZAÇÃO DE MIDIA PELA DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: Andi – Daniel Gonçalves de Oliveira
Secretário e Coordenador - Lucinaira de Carvalho(AC) - Dorisel Sousa(MA)
ÀS 09:40 Hrs - PAINEL: PROTAGONISMO JUVENIL E CONSELHOS TUTELARES NA PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: Adolescentes - Jhonathan Mercês(GO) - Rosilene Silva(RO)
Secretário e Coordenador - Lucinaira de Carvalho(AC) - Dorisel Sousa(MA)
11:00 Hrs - INTERVALO
12:00 Hrs - ALMOÇO
13:00 Hrs - SAÍDA DOS CONSELHEIROS PARA BRASÍLIA
14:30 Hrs - ATO POLÍTICO NO CONGRESSO NACIONAL
17:30 Hrs - RETORNO PARA O CONGRESSO
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 19 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs ÀS 11Hrs - PAINEL: CONSELHOS TUTELARES E SOCIEDADE
Painelistas: Bené - Roseli Rocha - Bárbara - Antonio Sardinha
Secretário e Coordenador: Romero José(PE) - Mariza Barros(SE)
11:00 Hrs ÀS 12:00 Hrs - DEBATES
12:00 Hrs ÀS 14:00 Hrs - ALMOÇO
14:00 Hrs ÀS 16:30 Hrs - MINICURSOS:
01- RESOLUÇÃO Nº 113 CONANDA
02- PAPEL DO CONSELHO TUTELAR NA FISCALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO
03- ATENDIMENTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE INDÍGINA
04- DIVERSIDADE SEXUAL
05- SINDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
06- LEI Nº12.010 - ADOÇÃO, CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITARIA
07- DROGAS E ADOLESCENTES AUTORES DE ATO INFRACIONAL
08- ARTIGO Nº 95 – FISCALIZAÇÃO DE ENTIDADE DE ATENDIMENTO
09- LEI Nº 12.015 – (CRIMES SEXUAIS)
10- RELAÇÃO ENTRE CONSELHO TUTELAR E CMDCA
16:30 Hrs ÀS 19:00 Hrs - CONTINUIDADE DOS MINICURSOS:
01- RESOLUÇÃO Nº 113 CONANDA
02- PAPEL DO CONSELHO TUTELAR NA FISCALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO
03- ATENDIMENTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE INDÍGENA
04- DIVERSIDADE SEXUAL
05- SINDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
06- LEI Nº12.010 - ADOÇÃO, CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITARIA
07- DROGAS E ADOLESCENTES AUTORES DE ATO INFRACIONAL
08- ARTIGO Nº 95 - FISCALIZAÇÃO DE ENTIDADE DE ATENDIMENTO
09- LEI Nº 12.015 - (CRIMES SEXUAIS)
10- RELAÇÃO ENTRE CONSELHO TUTELAR E CMDCA
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 20 DE NOVEMBRO
08:00 Hrs ÀS 10 Hrs - ASSEMBLÉIA GERAL:
· PERSONALIDADE JURÍDICA DO FCNCTDebatedores: Jussara Gouveia(PR) - George Luis(RN)
Secretario e Coordenador: Geraldo Francisco(TO) - Alan Patrício(RJ)
10:00 Hrs ÀS 11:30 Hrs - DELIBERAÇÕES
11:30 Hrs ÀS 12:30 Hrs - ENCERRAMENTO DO CONGRESSO
REPRESENTAÇÃO NACIONAL COLEGIADA:
Alan Patrício(RJ), Eulógio Neto(CE), João Neto(PI), Vânia Nogueira(MS), Halassi Nunes(MT), Selma Aparecida(DF), José Edmilson(AL), Adiuilson Ribeiro(RR), Wellington Sousa(BA), Elizabethe Rodrigues(MG), Romero José(PE), Sidnéia Aparecida(SP), Manailma Santos(PB), Marli Demuner(ES), Rosilene Silva(RO), Dorisel Sousa(MA), Paulo Roberto (Paulão)(RS), Mariza Barros(SE), Jhonathan Mercês(GO), Dolores Pelisão(SC), Luiz Xavier(AP), Geraldo Silva(TO), Jussara Gouveia(PR), Silvia Carla(AM), Helennice Rocha(PA), George Luis(RN), Lucinaira de Carvalho(AC).Contatos: Paulão – (51) 9836 0104 – (51) 9275 9285 - paulaodatuca@gmail.com
Apresentação:
O documento apresenta orientações gerais aos Estados e Distrito Federal sobre o 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares, que acontece entre os dias 16 a 20 de novembro
O documento tem caráter de orientação às associações e/ou fórum de representações dos conselheiros tutelares nos Estados e foi pensado para contribuir com a mobilização e articulação dos encontros preparatórios para o 5º Congresso Nacional.
A proposta é qualificar os debate e as deliberações a serem discutidas durante o 5º Congresso Nacional.
1 - Sobre o Eixo Temático do 5º Congresso Nacional
O 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares terá como tema “Conselho Tutelar aí Está do Tamanho do Brasil – Desafios no Atendimento, Desafios no entendimento”. A proposta é debater diretrizes e estratégias, além de políticas públicas, para fortalecer os conselhos tutelares brasileiros.
O Congresso será precedido de Congressos Estaduais, realizado sob a responsabilidade de Associações e/ou Fóruns de Conselheiros Tutelares integrantes do FNCT, que terão como objetivo discutir a temática sugerida e escolher os congressistas que representarão os 26 estados e Distrito Federal no Encontro Nacional.
Além de discutir as especificidades e desafios locais para atuação dos conselheiros tutelares, a recomendação é que nos encontros estaduais sejam trabalhados os eixos temáticos abaixo, considerados estratégicos na agenda de discussão dos conselheiros tutelares.
Dentre os eixos temáticos sugeridos, destacamos:
Eixo 01 - Aspectos legais e jurídicos do funcionamento dos Conselhos Tutelares
Sugestão de subtemas:
- A natureza jurídica dos Conselhos Tutelares
- Regulamentação da função dos conselheiros tutelares;
- Resolução 113 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente que trata do fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos;
- Práticas de atendimento e atribuições nos Conselhos Tutelares;
Eixo 02 – Política Pública e Articulação com Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
Subtemas sugeridos:
- Papel do Conselheiro tutelar na construção, implementação e fiscalização do Orçamento
- Estratégias e desafios de relacionamento com o sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente, na perspectiva dos Conselhos Tutelares.
- Política Nacional de Assistência Social e Garantia dos Direitos – o atendimento a crianças e adolescentes
- Política Nacional de Convivência Familiar e Comunitária e a nova lei da adoção (Lei 12.010)
- Lei 12015 referente aos crimes de natureza sexual;
- Artigo 95 do Estatuto da Criança e do adolescente que trata da fiscalização pelo Conselho Tutelar das entidades de atendimento;
- A importância do diagnóstico na implementação da política pública para criança e o adolescente – o SIPIA CT
Eixo 03 – Conselhos Tutelares e Sociedade
Subtemas sugeridos:
- A questão do atendimento a criança indígena;
- A diversidade sexual no contexto da proteção dos direitos da criança e do adolescente;
- Alienação parental
- Drogas, infância e juventude no contexto da política pública.
Da escolha dos delegados
Os congressistas titulares e suplentes, representantes dos Estados e Distrito Federal no 5º Congresso Nacional de Conselhos Tutelares, serão escolhidos nos Congressos Estaduais de Conselheiros Tutelares.
A representação de congressistas será a mesma para todos os Estados, sendo 30 congressistas conselheiros e/ou ex-conselheiros tutelares; 04 congressistas convidados, além de 03 congressistas (um titular e dois suplentes) representantes do Estado no FCNCT.
Da logística e questões operacionais
- Os Estados e Distrito Federal podem enviar relatório informando sobre o que foi discutido nos Encontros Estaduais até o dia 30 de setembro.
- Todos os congressistas participantes do 5º Congresso Nacional de Conselheiros Tutelares necessitam contribuir com a taxa de adesão ao Fórum Colegiado Nacional de Conselheiros Tutelares no valor de R$ 50,00.
- O Congresso custeará as despesas com hospedagem e alimentação dos congressistas para os quatros dias de atividades no local do evento.
- A chegada dos congressistas deverá ser feita, impreterivelmente, no dia 16 de novembro, a partir das 14 horas. A saída, por sua vez, deverá ocorrer no dia 20 de novembro até às 14 horas.
- O transporte (em táxis e outros meios de locomoção em Brasília ) e custos adicionais dos congressistas durante o Congresso ficarão sob a responsabilidade de cada uma das delegações.
- O deslocamento dos congressistas para atividade de Comemoração do dia 18 de Novembro (Dia Nacional do Conselheiro Tutelar) no Congresso Nacional, em Brasília, será de responsabilidade das delegações;
- O envio das inscrições dos congressistas escolhidos nos Encontros Estaduais, bem como o envio de taxa de adesão, deverá ser feito para a Coordenação Executiva do Fórum Colegiado Nacional de Conselheiros Tutelares, impreterivelmente, até o dia 30 de setembro.
- O Congresso disponibilizará o translado do Aeroporto e do Terminal Rodoviário de Brasília aos congressistas apenas no dia 16 de novembro (chegada) e no dia 20 de novembro (partida);
- O Congresso não custeará despesas com medicamentos de congressistas com doenças crônicas;
Produção de textos base para os três eixos:
Eixo 01 - Aspectos legais e jurídicos do funcionamento dos Conselhos Tutelares
Essencialmente a discussão é sobre a natureza jurídica dos Conselhos Tutelares (como instituição, serviço e atores na rede). Esse debate vai atrelado ao debate das práticas e atribuições de Conselheiros Tutelares e tendo como pano de fundo o reconhecimento dos conselheiros no conjunto do sistema de Garantia de Direitos (regulamentação da função passa por aí). Isso tenta amarrar as preocupações levantadas para esse eixo.
Eixo 02 – Política Pública e Articulação com Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
Como discutir a articulação das políticas públicas no debate sobre a proteção integral à criança e ao adolescente é o foco desse eixo. Para isso, o debate passa pelo modo como está pensada a atuação conselheiro em um espaço que ele tem dificuldade de entrar como é Orçamento. Aqui está o entendimento de que proteção tb se faz contribuindo com a garantia de recursos para financiar a política pública para infância e na participação protagônica dos CTs na construção da política municipal para infância. Pegando carona nisso, a política pública funcionando é para o CT algo necessário. Mas isso é algo que depende dele como conselheiro. Isso levanta as discussões históricas de que conselheiros não pode só atuar para apagar incêndios ou ser lembrado apenas para atuar em casos onde o problema já foi criado.
Pensando na política pública, para que ela funcione é necessário além do dinheiro, diagnóstico das demandas e condições técnicas para a rede de proteção social existir. A política nacional de assistência social entra no rol de preocupação primeira porque além da capilaridade que Sistema Único de Assistência Social tem tido, é a política
que tem concentrado ações (mas sobretudo estratégias de proteção social) interessantes e fundamentais para proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Conhecer o SUAS é entender a lógica que tem sido trabalhada para a proteção social: a territorialidade. É na política de assistência que estão os serviços de referência e contra-referência demandados por toda a rede de proteção da criança e do adolescente. Saber sobre como funcionam, mas também como o Conselho Pode atuar tanto para fortalecer como para integrar estratégias com essa política, aproveitando do potencial da própria política é um debate interessante.
Outro ponto é afinar na perspectiva dos conselheiros tutelares o que é ainda desafio e o que pode ser interessante para fortalecer o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente. Os desafios históricos de relacionamento institucional até a questões de procedimentos que retomam as discussões do eixo I podem ser problematizadas aqui na perspectiva da construção da configurada rede de proteção. Discutir as fragilidades e as fortalezas no diálogo com o Sistema de Garantia, elencar os principais entraves (aqui entraves políticos), tentar entender a origem dos problemas da rede em relação aos Conselhos Tutelares e vice-versa seria um caminho
Eixo 03 – Conselhos Tutelares e Sociedade
A questão central é como pensar as demandas novas ou antigas (mas agora percebidas como demandas dos CTS) no que se refere à uma criança e um adolescente com especificidades que acabam dispersas em uma concepção de criança e adolescente que o ECA tentou superar na construção de um paradigma que ainda não é hegemônico.São crianças e adolescentes com direitos sexuais, com identidades variadas ligadas a sua origem terrritorial/geográfica, sua comunidade étnica ou ainda crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em função de práticas e comportamentos peculiares, consequência de novas configurações e dinâmicas de uma sociedade contemporânea que sempre reatualiza em problemáticas;
Nesse contexto, como pensar a atuação do conselheiro em uma perspectiva política de pautar questões que nem sempre são consideradas, percebidas e identificadas como violação de direitos pela rede de proteção como um todo. Como dizer a uma rede adultocêntrica e por vezes que naturaliza a compreensão de infância que adolescentes indígenas precisam ser tratados na perspectiva da equidade e não pela ótica da igualdade meramente. Ou ainda como atuar na proteção de adolescentes meninas vulneráveis em um cultura machista a uma lógica de opressão construída historicamente e que, por muitas vezes, acabamos reforçando como atores do sistema de proteção.
A questão aqui é se perguntar como as novas configurações da sociedade e as problemáticas trazem demandas aos conselhos e como essas questões podem e precisam ser pensadas criticamente. Aqui quanto mais nossos olhares puderem ser amplos, mais serão as demandas sociais de ordens variadas que conseguiremos visualizar chegando aos Conselhos e interferindo na causa das violações de direitos que são atendidas. A idéia é levantar e trazer essas questões para o debate, pontuando os desafios, demandas e limitações que essas mesmas questões colocam ao trabalho dos CTs.
Esse resumo é uma forma de orientar com diretrizes os debates para cada um dos eixos definidos para o Congresso nacional.
Essa sistematização atende ao pedido das colegas que estão nos ajudando a montar a metodologia. É uma forma que elas terão para ajudar a organizar as discussões e torná-las produtivas no tempo que é colocado para a realização do Congresso.
ALGO IMPORTANTE
Seria necessário que os encontros estaduais gerassem documentos com propostas/recomendações e indicativos para cada um dos eixos. A questão do opcional aqui precisa ser reconsiderada se quisermos um debate produtivo no Congresso Nacional.
O envio nesse caso precisaria acontecer como forma de garantirmos a contribuição de todos os Estados nos debates que acontecerão nas oficinas.
Mas que material os Estados devem enviar? Só lembrando, então.O material enviado são idéias com estratégias, recomendações, propostas e até mesmo provocações de cada um dos eixos para serem aprofundadas nas oficinas que serão construídas também por eixo e que vão aproveitar o que será enviado. O material dos estados, portanto, subsidia o trabalho das oficinas para não perdermos tempo!
Por tanto, a idéia é que os Congressos Estaduais subsidiem politicamente o que serão as discussões nas oficinas que por sugestão da equipe de metodologia deveriam gerar como produto estratégias para viabilizar as ações do Fórum em nível nacional no que se refere:
· aos aspectos jurídicos de funcionamento do Conselho Tutelar;
· a articulação com os demais atores do Sistema de Garantia dos Direitos e com as políticas públicas;
· e da relação do Conselho Tutelar com a sociedade.
V-CONGRESSO NACIONAL DOS CONSELHOS TUTELARES
PROGRAMAÇÃO:
DIA 16 DE NOVEMBRO
14:00 Hrs ÀS 20:00 Hrs - CREDENCIAMENTO
18:00 Hrs ÀS 19:00 Hrs - ABERTURA OFICIAL
COMPOSIÇÃO DA MESA
FÓRUM NACIONAL
SEDH/SPDCA
CONANDA
FRENTE PARLAMENTAR
PETROBRÁS
CECRIA
CNJ
19:00 Hrs ÀS 20:00 Hrs - CONFERÊNCIA MAGNA
Conferencista: Carmem de Oliveira
Coordenação: Paulo Roberto (Paulão)(RS) - Vânia Nogueira(MS)
20:00 Hrs - LEITURA E APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO.
Secretario e Coordenador: Halassi Nunes(MT) - João Neto(PI)
Cronometrista: Elizabeth(MG).
21:00 Hrs - JANTAR
DIA 17 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs ÀS 10:30 Hrs - PAINEL: NATUREZA JURIDICA DOS CONSELHOS TUTELARES
Painelistas - George Luis(RN) - Olympio de Sá Sotto Maior(ABMP) - OAB.
Secretário e Coordenador: Eulógio Neto(CE) - Marly Demuner(ES)
10:30 Hrs ÀS 12:00 Hrs - DEBATES
12:00 Hrs ÀS 14:00 Hrs - ALMOÇO
14:00 Hrs ÀS 15:30 Hrs - PAINEL: A POLÍTICA DE GARANTIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: SNPDCA - Vicente Faleiros - Petrobrás - CONANDA
Debatedora Helennice Rocha(PA)
Secretário e Coordenador: Sidnéia Santos(SP) e Selma Aparecida(DF)
15:30 Hrs ÀS 16:30 Hrs - DEBATES
16:30 Hrs ÀS 17:00 Hrs - INTERVALO
17:00 Hrs ÀS 18:30 Hrs - PROCEDIMENTOS DO CONSELHO TUTELAR E SIPIA/CT WEB
Painelistas: Professor Edmilson - Sofitex - GT Nacional
Debatedora Jussara Gouveia(PR)
Secretário e Coordenador: Dolores Pelisão(SC) - Wellington Sousa(BA)
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 18 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs PAINEL: MOBILIZAÇÃO DE MIDIA PELA DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: Andi – Daniel Gonçalves de Oliveira
Secretário e Coordenador - Lucinaira de Carvalho(AC) - Dorisel Sousa(MA)
ÀS 09:40 Hrs - PAINEL: PROTAGONISMO JUVENIL E CONSELHOS TUTELARES NA PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Painelistas: Adolescentes - Jhonathan Mercês(GO) - Rosilene Silva(RO)
Secretário e Coordenador - Lucinaira de Carvalho(AC) - Dorisel Sousa(MA)
11:00 Hrs - INTERVALO
12:00 Hrs - ALMOÇO
13:00 Hrs - SAÍDA DOS CONSELHEIROS PARA BRASÍLIA
14:30 Hrs - ATO POLÍTICO NO CONGRESSO NACIONAL
17:30 Hrs - RETORNO PARA O CONGRESSO
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 19 DE NOVEMBRO
09:00 Hrs ÀS 11Hrs - PAINEL: CONSELHOS TUTELARES E SOCIEDADE
Painelistas: Bené - Roseli Rocha - Bárbara - Antonio Sardinha
Secretário e Coordenador: Romero José(PE) - Mariza Barros(SE)
11:00 Hrs ÀS 12:00 Hrs - DEBATES
12:00 Hrs ÀS 14:00 Hrs - ALMOÇO
14:00 Hrs ÀS 16:30 Hrs - MINICURSOS:
01- RESOLUÇÃO Nº 113 CONANDA
02- PAPEL DO CONSELHO TUTELAR NA FISCALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO
03- ATENDIMENTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE INDÍGINA
04- DIVERSIDADE SEXUAL
05- SINDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
06- LEI Nº12.010 - ADOÇÃO, CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITARIA
07- DROGAS E ADOLESCENTES AUTORES DE ATO INFRACIONAL
08- ARTIGO Nº 95 – FISCALIZAÇÃO DE ENTIDADE DE ATENDIMENTO
09- LEI Nº 12.015 – (CRIMES SEXUAIS)
10- RELAÇÃO ENTRE CONSELHO TUTELAR E CMDCA
16:30 Hrs ÀS 19:00 Hrs - CONTINUIDADE DOS MINICURSOS:
01- RESOLUÇÃO Nº 113 CONANDA
02- PAPEL DO CONSELHO TUTELAR NA FISCALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO
03- ATENDIMENTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE INDÍGENA
04- DIVERSIDADE SEXUAL
05- SINDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
06- LEI Nº12.010 - ADOÇÃO, CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITARIA
07- DROGAS E ADOLESCENTES AUTORES DE ATO INFRACIONAL
08- ARTIGO Nº 95 - FISCALIZAÇÃO DE ENTIDADE DE ATENDIMENTO
09- LEI Nº 12.015 - (CRIMES SEXUAIS)
10- RELAÇÃO ENTRE CONSELHO TUTELAR E CMDCA
20:00 Hrs - JANTAR
DIA 20 DE NOVEMBRO
08:00 Hrs ÀS 10 Hrs - ASSEMBLÉIA GERAL:
· PERSONALIDADE JURÍDICA DO FCNCTDebatedores: Jussara Gouveia(PR) - George Luis(RN)
Secretario e Coordenador: Geraldo Francisco(TO) - Alan Patrício(RJ)
10:00 Hrs ÀS 11:30 Hrs - DELIBERAÇÕES
11:30 Hrs ÀS 12:30 Hrs - ENCERRAMENTO DO CONGRESSO
REPRESENTAÇÃO NACIONAL COLEGIADA:
Alan Patrício(RJ), Eulógio Neto(CE), João Neto(PI), Vânia Nogueira(MS), Halassi Nunes(MT), Selma Aparecida(DF), José Edmilson(AL), Adiuilson Ribeiro(RR), Wellington Sousa(BA), Elizabethe Rodrigues(MG), Romero José(PE), Sidnéia Aparecida(SP), Manailma Santos(PB), Marli Demuner(ES), Rosilene Silva(RO), Dorisel Sousa(MA), Paulo Roberto (Paulão)(RS), Mariza Barros(SE), Jhonathan Mercês(GO), Dolores Pelisão(SC), Luiz Xavier(AP), Geraldo Silva(TO), Jussara Gouveia(PR), Silvia Carla(AM), Helennice Rocha(PA), George Luis(RN), Lucinaira de Carvalho(AC).Contatos: Paulão – (51) 9836 0104 – (51) 9275 9285 - paulaodatuca@gmail.com
terça-feira, 12 de outubro de 2010
EDITAL ELEIÇÕES CONANDA
EDITAL ELEIÇÕES CONANDA
SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS
AVISO DE ELEIÇÃO
CONVOCAÇÃO PARA O PROCESSO DE ELEIÇÃO
DA SOCIEDADE CIVIL NO CONANDA – BIÊNIO 2011/2012
DA SOCIEDADE CIVIL NO CONANDA – BIÊNIO 2011/2012
Em cumprimento ao disposto na Lei nº 8.242, de 12 de outubro de 1991, e nos termos do parágrafo 1º do artigo 5º do Regimento Interno do CONANDA, convoco as entidades não-governamentais que atuam na defesa dos direitos da criança e do adolescente para a Assembléia de definição dos procedimentos e eleição das entidades não-governamentais para o biênio 2011/2012, cujos critérios seguem abaixo:
1. Encontram-se abertas as eleições para eleger representantes de entidades não-governamentais titulares e suplentes junto ao CONANDA, sendo que as 14 (quatorze) entidades mais votadas serão titulares e as 14 (quatorze) seguintes serão suplentes, por ordem decrescente de votação.
2. As entidades interessadas em concorrer ao pleito deverão proceder à inscrição para participar do processo de escolha.
3. No ato da inscrição deverão ser apresentados ou postados nos Correios os documentos abaixo relacionados:
2. As entidades interessadas em concorrer ao pleito deverão proceder à inscrição para participar do processo de escolha.
3. No ato da inscrição deverão ser apresentados ou postados nos Correios os documentos abaixo relacionados:
a) cópia autenticada do Estatuto da entidade, registrado em cartório;
b)cópia autenticada da Ata da reunião que elegeu a atual representação legal da entidade registrada em cartório;
c)relatório de atividades dos anos de 2008 e 2009;
d)credencial do representante que participará do Assembléia de eleição; e
e) as entidades com atuação em âmbito nacional devem comprovar pelo menos dois anos de atuação ou representação nas áreas de promoção, proteção e defesa ou atendimento dos direitos da criança e do adolescente, em pelo menos cinco unidades federadas e distribuídas em no mínimo duas macrorregiões.
b)cópia autenticada da Ata da reunião que elegeu a atual representação legal da entidade registrada em cartório;
c)relatório de atividades dos anos de 2008 e 2009;
d)credencial do representante que participará do Assembléia de eleição; e
e) as entidades com atuação em âmbito nacional devem comprovar pelo menos dois anos de atuação ou representação nas áreas de promoção, proteção e defesa ou atendimento dos direitos da criança e do adolescente, em pelo menos cinco unidades federadas e distribuídas em no mínimo duas macrorregiões.
3.1. Os documentos a serem entregues impreterivelmente até 8 de outubro de 2010 devem ser protocolados pessoalmente, no horário das 9h00 às 17h00, ou postados nos Correios, com o seguinte endereçamento:
A/C Secretaria Executiva do CONANDA
SCS, QUADRA 09, LOTE C, EDIFICIO PARQUE CIDADE CORPORATE –
TORRE "A" – 8° ANDAR – CEP 70308-200 – Brasília – DF
Fones: (61) 2025 3534; 2025 3525; 2025 9192.
4. Não serão recebidos documentos por meio eletrônico ou fax.
5. Não será permitido que uma mesma pessoa represente mais de uma entidade durante a Assembléia de eleição.
6. A comissão eleitoral publicará até o dia 26 de outubro de 2010 a lista das entidades inscritas, destacando as que foram habilitadas e não habilitadas.
7. A partir de 26 de outubro de 2010 abre-se prazo de 05 (cinco) dias úteis para recursos.
8 A lista final das entidades credenciadas a participarem das eleições será publicada no DOU até dia o 16 de novembro de 2010.
9. A Assembléia para eleição dos representantes das entidades não-governamentais junto ao CONANDA será realizada no dia 26 de novembro de 2010, no auditório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sito na SCS, Quadra 09, Lote C, EDIFICIO PARQUE CIDADE CORPORATE – TORRE A – 8° ANDAR – CEP 70308-200 – Brasília – DF, com a fiscalização do Ministério Público Federal, com início às 9h00 e término às 14h00.
10. A eleição se encerrará a qualquer momento antes do horário estipulado, se todas as entidades inscritas e aptas a votar tiverem exercido seu direito de voto.
11. A comissão eleitoral, criada por meio da Resolução nº 143, de 12 de agosto de 2010, abrirá os trabalhos da Assembléia às 9h30 do dia 26 de novembro de 2010, e repassará os trabalhos do processo eleitoral para a Coordenação Colegiada do Fórum Nacional DCA, que procederá à escolha do(a) presidente, do(a) primeiro(a) secretário(a) e do segundo(a) secretário(a) dos trabalhos, apresentando em seguida proposta de regimento interno para a condução dos trabalhos.
12. Será lavrada ata da Assembléia de eleição e encaminhada ao Presidente do CONANDA no prazo de sete dias, prorrogáveis por igual período.
13. Os resultados das deliberações da comissão eleitoral serão divulgados no site: www.direitosdacrianca.org.br.
14. A posse dos Conselheiros titulares e suplentes ocorrerá no dia 15 de dezembro de 2010, sendo o ato conduzido pelo Presidente do CONANDA, de acordo com os artigos 5°, §5° do Regimento Interno e 13 da Resolução nº 105/2005.
15. Os casos omissos serão deliberados pela comissão eleitoral, no prazo máximo de 3 (três) dias úteis, bem como informações adicionais poderão ser obtidas diretamente na Secretaria Executiva do CONANDA.
Brasília-DF, 15 de setembro de 2010.
A/C Secretaria Executiva do CONANDA
SCS, QUADRA 09, LOTE C, EDIFICIO PARQUE CIDADE CORPORATE –
TORRE "A" – 8° ANDAR – CEP 70308-200 – Brasília – DF
Fones: (61) 2025 3534; 2025 3525; 2025 9192.
4. Não serão recebidos documentos por meio eletrônico ou fax.
5. Não será permitido que uma mesma pessoa represente mais de uma entidade durante a Assembléia de eleição.
6. A comissão eleitoral publicará até o dia 26 de outubro de 2010 a lista das entidades inscritas, destacando as que foram habilitadas e não habilitadas.
7. A partir de 26 de outubro de 2010 abre-se prazo de 05 (cinco) dias úteis para recursos.
8 A lista final das entidades credenciadas a participarem das eleições será publicada no DOU até dia o 16 de novembro de 2010.
9. A Assembléia para eleição dos representantes das entidades não-governamentais junto ao CONANDA será realizada no dia 26 de novembro de 2010, no auditório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sito na SCS, Quadra 09, Lote C, EDIFICIO PARQUE CIDADE CORPORATE – TORRE A – 8° ANDAR – CEP 70308-200 – Brasília – DF, com a fiscalização do Ministério Público Federal, com início às 9h00 e término às 14h00.
10. A eleição se encerrará a qualquer momento antes do horário estipulado, se todas as entidades inscritas e aptas a votar tiverem exercido seu direito de voto.
11. A comissão eleitoral, criada por meio da Resolução nº 143, de 12 de agosto de 2010, abrirá os trabalhos da Assembléia às 9h30 do dia 26 de novembro de 2010, e repassará os trabalhos do processo eleitoral para a Coordenação Colegiada do Fórum Nacional DCA, que procederá à escolha do(a) presidente, do(a) primeiro(a) secretário(a) e do segundo(a) secretário(a) dos trabalhos, apresentando em seguida proposta de regimento interno para a condução dos trabalhos.
12. Será lavrada ata da Assembléia de eleição e encaminhada ao Presidente do CONANDA no prazo de sete dias, prorrogáveis por igual período.
13. Os resultados das deliberações da comissão eleitoral serão divulgados no site: www.direitosdacrianca.org.br.
14. A posse dos Conselheiros titulares e suplentes ocorrerá no dia 15 de dezembro de 2010, sendo o ato conduzido pelo Presidente do CONANDA, de acordo com os artigos 5°, §5° do Regimento Interno e 13 da Resolução nº 105/2005.
15. Os casos omissos serão deliberados pela comissão eleitoral, no prazo máximo de 3 (três) dias úteis, bem como informações adicionais poderão ser obtidas diretamente na Secretaria Executiva do CONANDA.
Brasília-DF, 15 de setembro de 2010.
FÁBIO FEITOSA DA SILVA
Presidente do CONANDA
Presidente do CONANDA
[Diário Oficial da União 184, Seção 3, sexta-feira, 24 set. 2010, pp. 2-3]
O Educador Social e a Educação de Rua
"O Educador Social e a Educação de Rua"
Dias 27 e 28 de Outubro
PROGRAMA- Identidade Individual e Coletiva;
- Fundamentos da educação social de rua e a Pedagogia do Diálogo;
- Análise de Conjuntura - desigualdades sociais;
- O contexto histórico da situação de rua e na rua - preconceitos;
- A Abordagem de rua - elementos essenciais.
OBJETIVOCapacitar os educadores para a prática da abordagem de rua numa perspectiva transformadora.
- Fundamentos da educação social de rua e a Pedagogia do Diálogo;
- Análise de Conjuntura - desigualdades sociais;
- O contexto histórico da situação de rua e na rua - preconceitos;
- A Abordagem de rua - elementos essenciais.
OBJETIVOCapacitar os educadores para a prática da abordagem de rua numa perspectiva transformadora.
METODOLOGIA
- Atividades práticas favorecendo a troca de experiências;
- Trabalhos em grupo com discussão de textos e cases;
- Uso de jogos e dramatização;
- Teatro do Oprimido;
- Exposição dialogada de conteúdos com espaço para reflexão crítica.
A QUEM O CURSO SE DESTINAEducadores Sociais e técnicos que atuam em CREAS, Projetos de Abordagem de Rua, Albergues, Casas de Acolhimento, estagiários, estudantes, e demais interessados no tema.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Carga horária: 16 horas - das 9hs às 17hs
Investimento: R$300,00 (à vista ou 2X)
Incluído: material didático, certificado e coffee break.
Preços especiais para grupos da mesma instituição!
Carga horária: 16 horas - das 9hs às 17hs
Investimento: R$300,00 (à vista ou 2X)
Incluído: material didático, certificado e coffee break.
Preços especiais para grupos da mesma instituição!
LOCAL
São Paulo
R. James Holland, 351 - Barra Funda
(Proximo a Estação Barra Funda e a Ponte da Casa Verde - Marginal Tiête)
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
Telefone: (11) 3392-4457 / 3484-8875
http://www.educadoressociais. com.br/
Telefone: (11) 3392-4457 / 3484-8875
http://www.educadoressociais.
VAGAS LIMITADAS
ESTE CURSO PODERÁ SER REALIZADO EM SUA ORGANIZAÇÃO/MUNICÍPIO
- SOLICITE UMA PROPOSTA -
- SOLICITE UMA PROPOSTA -
POESIA
*DIREITO DE SER CRIANÇA*
Aquela criança em (de)formação,
Sem maldade, malícia e preconceito;
Pode se tornar um adulto (in)feliz,
Com lacunas e amarguras no peito...
Psicologicamente fraca, familiarmente confusa,
Moralmente pobre, profissionalmente sem jeito.
Na ânsia competitiva de turbinarmos
A mente sem pressa e sem tensão
Das crianças, transformamos sua infância
Em paranóia; seu lazer, em ocupação.
Queremos que elas logo saibam ler,
Antes de serem estimuladas a sentir.
Nessa toada, são primeiro levadas a calcular
Fórmulas abstratas e decorar regras vazias;
Em vez de somar virtudes e dividir exemplos:
Como se fossem menos lucrativas e importantes
A equação do sorrir e a gramática do amar...
Como se apenas fossem miniaturas de gigantes!
Se o tempo é dinheiro, criança é poder ??
Se viver é consumir, ser equivale a ter ??
O que seriam as crianças para as instituições???
Recipientes férteis para escolas neuróticas?
Massas de modelar para religiões dogmáticas?
Mercados precoces para propagandas hipócritas?
Toda criança tem o direito de ser criança!!!...
Criar um mundo paralelo, dançar a sua dança!!
A fantasia ingênua e sadia é o seu único guia.
Adultecê-la é extinguir a mais elementar utopia!
*Pablo Robles – POETA DO SOCIAL*
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